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Macau e Delta do rio das Pérolas são boas oportunidades para empresários brasileiros

Macau, China, 25 Out – O cônsul-geral do Brasil em Hong Kong, Ricardo Drummond de Mello, disse hoje que existem boas oportunidades de negócio para os empresários brasileiros que pretendam actuar na região do Delta do rio das Pérolas mas têm de se estabelecer na zona.

“Há diversas opções nesta região, e os brasileiros têm de vir para cá. Existem muitos nichos de mercado para empresas brasileiras mas elas têm de se estabelecer na região” disse o diplomata brasileiro à macauhub.

Ricardo Drummond de Mello, que falava no rescaldo da realização da Feira Internacional de Macau onde o Brasil esteve representado, disse ainda que existem boas oportunidades para os empresários brasileiros “nos sectores de construção civil, siderurgia, cosmética, serviços e produtos alimentares, entre eles o café”.

Também Echo Chan, administradora do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim), considerou à macauhub que entrar na China por Macau é uma “óptima opção”.

Echo Chan lembrou aos empresários brasileiros que Macau “ é uma zona franca, sem restrições para investimentos”, ou seja, os impostos são reduzidos e empresas de todos os portes e de quaisquer sectores podem usufruir dos benefícios.

Os impostos para o empresário em Macau são, no máximo, de 12 por cento, referiu a administradora do Ipim.

“Uma empresa que decida fazer negócios na China através de Macau, tem, logo de início, duas opções: a primeira é olhar para o mercado interno de Macau e a segunda é olhar para os mercados a que Macau tem acesso”, explicou Echo Chan.

Para aqueles que preferem a primeira opção, Echo CHan lembra que “recebemos mais de 22 milhões de turistas por ano (cerca de quatro vezes mais que o Brasil), 90 por cento do nosso PIB é constituído pelos serviços, incluindo turismo, logística, bancário, financeiro e hoteleiro”, ou seja, há mercado consumidor, há espaço para desenvolver outros sectores e há procura para actuar no setor dos serviços.

Já para os empresários interessados na China, especialmente no sul, Echo Chan lembra que “Macau funciona como um ponto comercial. Se uma empresa faz uma sede aqui, pode produzir em fábricas na China Continental. Com isso, reduz os custos. Depois pode exportar para seu país de origem, para países europeus, para os Estados Unidos ou direccionar os produtos para o próprio mercado chinês”. (macauhub)

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